[O FIM DAS SEMEADURAS]
[era para escrever um poema, parecia que o poema era uma semente pronta ao estalo e à germinação. mas o poema não veio. deu caruncho na semente, a semente abortou a sua a aventura de gerar, fecundar, prover nova vida. a paisagem de aridez agora predomina, e tudo no horizonte é miragem. este talvez não seja mais o tempo dos poemas. este talvez não seja mais o tempo das sementes. e as mãos cansaram-se da semeadura.]














